NOSSA HISTÓRIA

CHAVE DE DAVI – ESCOLA DE PRÍNCIPES E SUA HISTÓRIA

O CEI Chave de Davi – Escola de Príncipes, nasceu primeiramente no coração de Deus, que plantopu uma semente no coração da Pastora Janeth Garajau, conforme relato dela.

“Lembro-me de estar preparando as aulas sobre AVIVAMENTO, sua necessidade, como buscar e como manter o avivamento. Então, fui pesquisar e estudar na Bíblia e na história da Igreja sobre os grandes avivamentos e reformas que aconteceram. Notei, então, com grande indignação uma coisa em comum a todos os grandes avivamentos registrados: que todos eles se perdiam pela mesma razão, que era não investir na próxima geração para dar continuidade naquilo que se havia conquistado. Assim, uma geração “pagava” um alto preço, se arrependendo, fazendo confissões, derrubando altares, cancelando alianças malignas, restabelecendo e reafirmando a aliança com Deus, restaurando a casa do Senhor, etc. E assim, com muito esforço e dificuldade, reconciliavam-se com Deus e restauravam a comunhão com ele, se ajustavam ao seu propósito e tudo ficava bem enquanto aquela geração vivia. Mas, infelizmente, como não se havia preparado a próxima geração, estes então desfaziam tudo que seus “pais” haviam feito e novamente o povo de Deus ficava debaixo de maldição. Perdiam as batalhas, eram levados cativos, exilados, contaminavam-se com outros povos e seus deuses pagãos, e a casa de Deus (Templo) era mais uma vez destruída e tudo ficava em ruínas. Confesso que fiquei muito triste, desanimada e desmotivada a ministrar aquela aula. Parecia que, por mais que nos esforçássemos em buscar o avivamento e até mesmo o alcançássemos, tudo seria perdido como aconteceu com TODOS os outros casos. Aí, então, com muita tristeza e indignação, clamei ao Senhor não só buscando avivamento, mas implorando a ele que revelasse uma maneira de não trabalhar “em vão” como aparentemente havia acontecido com os avivalistas do passado. Foi aí, então, que já de madrugada o Senhor me respondeu:   _ “Se você não quer perder o resultado de seu trabalho e de sua geração, como aconteceu com as gerações passadas, então faça o que eles não fizeram… Busque, não só, influencie agora a sua geração para restaurar e andar nos princípios perdidos e abandonados” (Jr 6:16). Mas, imprescindivelmente, invista na próxima geração, preparando-os para que dêem continuidade ao que vocês realizarem hoje. E a colheita (resultado, frutos do avivamento), não mais se perderá.

Lembro-me de passar o resto da madrugada buscando de Deus como alcançar esse objetivo: TOCAR E INFLUENCIAR a próxima geração. Quando, já quase pela manhã, o Senhor colocou no meu coração um forte desejo de estabelecer escolas compromissadas não só em ter um excelente ensino acadêmico, mas, que acima de tudo, fosse compromissada com a palavra de Deus e seus princípios.

Inicialmente, parecia se tratar de “algo novo” e ainda não realizado, pois o alvo não era só estabelecer mais uma escola evangélica como muitas que já existiam. Mas, ao participar de uma Conferência Apostólica em Goiânia, descobriu que não era a única a sonhar com uma educação diferente e que havia diversas pessoas, em todo o Brasil, desenvolvendo o método de “Educação por Princípios”.

Ao conhecer a metodologia, concluiu que era realmente o tipo de educação que procurava. Seus planos futuros para a escola eram estender o ensino aos jovens e adultos e chegar ao Ensino Universitário por princípios bíblicos.

Em 2004, a Comunidade Cristã Chave de Davi, entendendo que era chegado o momento de “alargar as estacas”, bem como de tornar realidade o que até então era um sonho – a implantação de uma escola cristã, que traria Jesus como centro de todas as atividades – fundava a “Chave de Davi Sociedade Civil e Ensino”.

Assim, no começo de 2005, a Chave de Davi – Escola de Príncipes,  teve as suas portas abertas. Iniciou o seu funcionamento com seis alunos e cinco funcionários, atendendo desde o berçário ao pré-III, em período integral e meio período.

Desde a sua fundação, a instituição tem buscado trabalhar dentro da “Educação por Princípios”, hoje filiada a AECEP ( Associação de Escolas Cristã de Educação por Princípios) e, desde então, vem gradativamente implantando a “Educação por Princípios”.

Em 2014 o CEI firmou parceria com a Prefeitura Municipal de Curitiba. Atualmente conta com 89 crianças e 22 funcionários.

Considerando os objetivos citados no Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, a Chave de Davi – Escola de Príncipes estabeleceu como objetivos:

  1. Oferecer condições para que a criança atinja, na faixa etária correspondente ao período da educação infantil, o desenvolvimento possível e necessário ao seu bom desempenho e à sua atuação como elemento integrante da sociedade;
  2. Propiciar à criança a descoberta e o conhecimento progressivo do seu próprio corpo, suas potencialidades e seus limites, desenvolvendo e valorizando hábitos de cuidado com a própria saúde e bem-estar;
  3. Favorecer o desenvolvimento sócio-afetivo e cognitivo das crianças, através de relações harmoniosas entre corpo docente e discente;
  4. Proporcionar o desenvolvimento da responsabilidade pessoal, da compreensão dos direitos e deveres com parceiros da mesma idade, parceiros de séries mais adiantadas e com os adultos;
  5. Incentivar a aquisição de hábitos e atitudes favoráveis ao trabalho cooperativo e à freqüência regular à escola;
  6. Dar oportunidade à criança brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;
  7. Propiciar condições para a criança perceber a relação entre a palavra falada e a palavra escrita, iniciando-se, assim, a sistematização da alfabetização.
  8. Oferecer ambiente para que a criança reconheça a soberania de Deus em todas as coisas e inspirá-la a crescer no conhecimento da Palavra de Deus para que possa desejar ter um relacionamento pessoal com o Senhor Jesus desde tenra idade.

Diretrizes expostas em sua Proposta Filosófica e Pedagógica, tendo como fonte a Bíblia e os sete princípios que orientam as ações educativas das Escolas Integradas à Associação de Escolas Cristãs de “Educação por Princípios” – AECEP