O PRINCÍPIO DE AUTOGOVERNO

Esta é uma capacidade maravilhosa que Deus nos concedeu como fruto do seu Santo Espírito atuando em nossas vidas: “Mas o fruto do Espírito Santo é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei”. (Gálatas 5.22-23.) O plano de Deus é que façamos escolhas, não somos robôs ou marionetes.

No jardim do Éden, Deus falou ao homem: “[…] De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás […]” (Gênesis 2.16-17), era uma escolha onde o exercício do autogoverno entraria em cena.

Quando temos nossos filhos pequenos ou cuidamos de crianças, sabemos que elas precisam de muito governo externo. Constantemente estamos em alerta dizendo: “não faça isso…”, “cuidado ao atravessar a rua…, olhe para os dois lados…”, “não coloque a mão suja na boca…”

O nosso alvo como pais e professores é que elas cresçam e precisem de menos governo externo, menos comandos, e tenham mais governo interno.

Governo interno é domínio próprio. Lembro-me quando Diego, meu filho mais novo, tinha cinco anos. Por um tempo, todas as vezes que voltávamos da aula de natação e passávamos em frente à padaria ele começava a pedir bala, chicletes ou chocolate, e isso começou a levá-lo a fazer birra e a insistir… É aquela situação que muitas mães e pais já conhecem. Precisei explicá-lo que nem sempre podemos comprar o que temos vontade, que estávamos próximos do horário de almoço… e tive que usar diversas vezes a disciplina com ele.

Às vezes até me questionava se não estava sendo severa demais, pois por diversas vezes ele continuou a insistir. A mudança demorou, mas chegou.

Muitas vezes passei com ele, no caminho de volta da aula de natação, em frente à padaria e ele me olhava com aqueles olhinhos que nos deixam, mamães, derretidas e dizer: Agora não pode “né”, mamãe, pois vamos almoçar? O governo interno estava começando a dominar seu coração mesmo ainda de criança. Aleluia! Não pensem que sou uma mãe cruel, pois muitas vezes, quando era oportuno, lhe comprei chocolates e pirulitos! Usarmos esta capacidade dada por Deus para controlarmos nossos pensamentos, sentimentos, atitudes e nos submetermos em obediência e amor, fazendo nossas escolhas de acordo com o que temos aprendido do Senhor, em sua Palavra, esta é a nossa meta na vida cristã.

Às vezes, nos deixamos ser governados, manipulados pelas pressões, pela moda, pela mídia, pela “modernidade”, ou o extremo: “faço o que meu coração manda, ele me governa”.

É preciso tomar cuidado com os extremos. Muitas vezes agimos na coletividade, pensamos: “Todos estão fazendo assim, deve ser correto” ou “A voz do povo é a voz de Deus”, ou podemos chegar a outro extremo: “Não ligo para o que alguém fale, faço o que sinto vontade”. Exercer o domínio próprio não é satisfazer os nossos próprios desejos ou dos outros, é a decisão de conhecer a vontade de Deus e obedecê-la, em submissão e amor, em cada atitude que tomamos.

 

Reflexão :

  • Como você se autogoverna diante de uma situação, no seu trabalho, onde você é pressionado?
  • Você tem acreditado na mentira de satanás: “Isso está somente na minha mente, não se converterá em uma ação, é só um pensamento”?

Lembre-se: toda ação começa com um pensamento, uma idéia; por isso precisamos dominá-los, levando-os cativos aos pensamentos de Deus: “Jesus, porém, conhecendo-lhes os pensamentos, disse: Por que cogitais o mal no vosso coração”? (Mateus 9.4.) Deus considera o que pensamos.

  • Em relação a negócios, finanças, pagamentos, você pensa como Deus pensa? Exerce o domínio próprio nessas áreas?
  • Faça uma pesquisa bíblica, procure textos que falem sobre “dinheiro”. Este é um bom começo para que a sua mente seja renovada e exerça o autogoverno nesta área.

 

O PRINCÍPIO DE AUTOGOVERNO

 

Esta é uma capacidade maravilhosa que Deus nos concedeu como fruto do seu Santo Espírito atuando em nossas vidas: “Mas o fruto do Espírito Santo é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei”. (Gálatas 5.22-23.) O plano de Deus é que façamos escolhas, não somos robôs ou marionetes.

No jardim do Éden, Deus falou ao homem: “[…] De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás […]” (Gênesis 2.16-17), era uma escolha onde o exercício do autogoverno entraria em cena.

Quando temos nossos filhos pequenos ou cuidamos de crianças, sabemos que elas precisam de muito governo externo. Constantemente estamos em alerta dizendo: “não faça isso…”, “cuidado ao atravessar a rua…, olhe para os dois lados…”, “não coloque a mão suja na boca…”

O nosso alvo como pais e professores é que elas cresçam e precisem de menos governo externo, menos comandos, e tenham mais governo interno.

Governo interno é domínio próprio. Lembro-me quando Diego, meu filho mais novo, tinha cinco anos. Por um tempo, todas as vezes que voltávamos da aula de natação e passávamos em frente à padaria ele começava a pedir bala, chicletes ou chocolate, e isso começou a levá-lo a fazer birra e a insistir… É aquela situação que muitas mães e pais já conhecem. Precisei explicá-lo que nem sempre podemos comprar o que temos vontade, que estávamos próximos do horário de almoço… e tive que usar diversas vezes a disciplina com ele.

Às vezes até me questionava se não estava sendo severa demais, pois por diversas vezes ele continuou a insistir. A mudança demorou, mas chegou.

Muitas vezes passei com ele, no caminho de volta da aula de natação, em frente à padaria e ele me olhava com aqueles olhinhos que nos deixam, mamães, derretidas e dizer: Agora não pode “né”, mamãe, pois vamos almoçar? O governo interno estava começando a dominar seu coração mesmo ainda de criança. Aleluia! Não pensem que sou uma mãe cruel, pois muitas vezes, quando era oportuno, lhe comprei chocolates e pirulitos! Usarmos esta capacidade dada por Deus para controlarmos nossos pensamentos, sentimentos, atitudes e nos submetermos em obediência e amor, fazendo nossas escolhas de acordo com o que temos aprendido do Senhor, em sua Palavra, esta é a nossa meta na vida cristã.

Às vezes, nos deixamos ser governados, manipulados pelas pressões, pela moda, pela mídia, pela “modernidade”, ou o extremo: “faço o que meu coração manda, ele me governa”.

É preciso tomar cuidado com os extremos. Muitas vezes agimos na coletividade, pensamos: “Todos estão fazendo assim, deve ser correto” ou “A voz do povo é a voz de Deus”, ou podemos chegar a outro extremo: “Não ligo para o que alguém fale, faço o que sinto vontade”. Exercer o domínio próprio não é satisfazer os nossos próprios desejos ou dos outros, é a decisão de conhecer a vontade de Deus e obedecê-la, em submissão e amor, em cada atitude que tomamos.

 

Reflexão :

  • Como você se autogoverna diante de uma situação, no seu trabalho, onde você é pressionado?
  • Você tem acreditado na mentira de satanás: “Isso está somente na minha mente, não se converterá em uma ação, é só um pensamento”?

Lembre-se: toda ação começa com um pensamento, uma idéia; por isso precisamos dominá-los, levando-os cativos aos pensamentos de Deus: “Jesus, porém, conhecendo-lhes os pensamentos, disse: Por que cogitais o mal no vosso coração”? (Mateus 9.4.) Deus considera o que pensamos.

  • Em relação a negócios, finanças, pagamentos, você pensa como Deus pensa? Exerce o domínio próprio nessas áreas?
  • Faça uma pesquisa bíblica, procure textos que falem sobre “dinheiro”. Este é um bom começo para que a sua mente seja renovada e exerça o autogoverno nesta área.

 

*Texto extraído do livro “Cristãos em tempo integral, Vivendo os princípios bíblicos”

Autora – Hélvia Alvim Freitas Brito.